domingo, 19 de dezembro de 2010

São José mais uma vez campeão no CSU.


Gordo(capitão), Vereador Helsom de Carvalho(diretoria), Ranufo(diretoria) e seu Zé (diretoria)


Sivaldo Pereira (Paulista)


Seu Zé erguendo o troféu de campeão.


Capitão do Paulista recebendo o troféu de vice-campeão das mãos do prefeito Paulo Machado.


Prefeito, Paulo Machado, José Dilson (técnico São José), e seu Zé.


Gordo(capitão) recebendo medalha do prefeito Paulo Machado.


Ferrerinha, (melhor árbitro), recebendo troféu das mãos de Jó, presidente da liga CSU


Melhor Jogador, recebendo troféu das mãos do presidente da LDB.



Neguinho indicado melhor técnico.


Alex, melhor goleiro.


Ferrugem, artilheiro do campeonato.


























Em uma partida emocionante, repleta de torcedores, o Centro social Urbano, vivenciou na manhã desta domingo, um dos maiores espetáculos do esporte de bairros do mundo.
A equipe do São José, sagrou-se campeã, mais uma vez na manhã desse domingo, ao vencer a equipe, do Paulista Futebol Clube, por 2x0.

MANO
FOTOS MANO

NAMORADO QUE AGREDIR NAMORADA PODERÁ SER ENQUANDRADO NA LEI MARIA DA PENHA


*Josemar Santana

Considerando que “o namoro configura relação íntima de afeto para os efeitos previstos pela Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006)”, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, da Câmara dos Deputados Federais, aprovou em reunião realizada no dia 14 de novembro deste ano em curso, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei nº 4367/08, de autoria da deputada Elcione Barbalho (PMDB/PA).

O texto do Projeto, que já se encontra no Senado Federal, se for aprovado sem sofrer qualquer alteração, será encaminhado à presidência da República para sancioná-lo e convertê-lo em lei, alterando o texto original da Lei Maria da Penha.

A Lei Maria da Penha entrou em vigor em 22 de setembro de 2006, trazendo no seu texto várias mudanças na penalização de agressores familiares, destacando-se, entre essas mudanças, o aumento do rigor das punições das agressões contra a mulher, quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar.

Se o Projeto de Lei 4367/08 for aprovado, alterando a Lei Maria da Penha, o namorado que agredir a sua namorada, ainda que a ocorrência se dê fora do âmbito familiar, será punido da mesma forma que os agressores que agridem suas companheiras, ou suas esposas.

Quando a Lei se refere a agressões corridas no âmbito familiar, não significa que serão punidas apenas as agressões que se dão dentro do espaço físico familiar, ou seja, dentro da casa onde reside a família, porque o âmbito familiar, para os efeitos da Lei Maria da Penha, significa que a agressão se dá entre o homem e sua companheira ou esposa, mesmo que o fato ocorra fora do lar.

Esse é o raciocínio argumentativo que sustentou e justificou a proposta do Projeto de Lei 4.367/08, para que as relações de nomoro também sejam incluídas na Lei Maria da Penha, porque tem como suporte o relacionamento íntimo afetivo e não apenas a convivência do casal sob o mesmo teto.

Pela Lei Maria da Penha a polícia deve oferecer proteção à vítima, quando necessário, comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, deve encaminhar a vítima a hospital ou posto de saúde e também ao Instituo Médico Legal para exame de corpo de delito, deve fornecer transporte à vítima e seus dependentes para abrigo ou local seguro, longe do agressor, quando houver risco de vida; a polícia deve, ainda, acompanhar a vítima, se necessário, para assegurar a retirada de seus pertences do local da ocorrência ou do domicílio familiar, informando a ela os direitos garantidos pela Lei e os serviços disponíveis.

No papel, a Lei está perfeita no sentido de proteger as mulheres vítimas de seus companheiros, esposos ou namorados. Na prática, entretanto, faltam as condições estruturais mais elementares para fazer valer a Lei.

*Josemar Santana é jornalista e advogado