sábado, 11 de agosto de 2012

LUTO: FALECEU TIA DE NETTO MARAVILHA


Depois de um dia e meio internada no Hospital Paulo Hilarião, com insuficiência respiratória e renal, faleceu por volta de 05h00min da manhã desse sábado, a professora Graciene mais conhecida como Ciene, quando era transferida para o Hospital Espanhol em Salvador, porém não resistiu e veio a óbito ainda no trajeto, no trecho da cidade de Capim Grosso.



Professora Graciene lecionou muitos anos, desde o município de Saúde, até se aposentar lecionando em sala de aula como gostava de fazer, aqui em senhor do Bonfim na extinta escola Dr. Carlos Santana.

Seu corpo está sendo velado em sua residência, sito Rua Arlinda Vieira nº 11, Alto da Maravilha e será sepultada na tarde de hoje as 17h00min, no cemitério de São Lázaro.

Saudades de familiares, ex-alunos, e toda a comunidade do Alto da Maravilha.

O ENGODO - RESPONDE ASCOM DE PAULO MACHADO

Lendo minuciosamente a carta resposta de Carlos Brasileiro a Paulo Machado, percebe-se, de imediato, o engodo.
Como em outras comunicações o nobre deputado não sabe se ele é um ou mais de um. Ora responde na primeira pessoa do singular, ora na primeira pessoa do plural. Para que fique clara, sua resposta deveria ter um mínimo de transparência sobre quem estaria, de fato, dando a resposta ao Prefeito Paulo Machado, se ele usando o pronome Eu ou, se sua equipe de assessores usando o pronome Nós. Seja qual for a forma, o conceito é sempre equivocado, o que nos faz repensar quanto à credibilidade do que manifestam, como nessa atrapalhada resposta ao Prefeito. Ainda no mesmo equivoco, observamos durante todo o texto, não importando a autoria, uma tentativa pífia de estabelecer um mínimo de confiança nos oito anos de sua gestão, o que confronta aos fatos e obras que aos olhos do cidadão bonfinense, ratificam a ineficácia desses oito anos.
Com todo o respeito que ainda merece o candidato Carlos Brasileiro, é importante estabelecer os pontos positivos da sua trajetória de oito anos na Prefeitura, concebendo como talvez, únicos fatos concretos, o fim da hegemonia dos antigos prefeitos coronéis na gestão da “Cidade do Bom Começo”,asssim como o equilíbrio financeiro havido nos quatro primeiros anos da sua gestão. E por mais que procuremos, não encontramos nada de grande importância que possa lhe ser atribuído, seja em obras ou ações sociais, que não fossem obrigações elementares de um administrador.
Mais lamentável porém é mencionar algumas de suas obras que por falhas, descuidos e erros arquitetônicos deixaram Senhor do Bonfim mais feia e mais pobre de espírito nas desventuradas praças, que tem como principal exemplo a do Bosque, dilacerando a grande área verde da cidade que lá existia e até o pouco inteligente projeto do Mercado Municipal com suas mal projetadas instalações que sufocam os feirantes, levando-os para as áreas externas do mercado fugindo do calor infernal em forma de edificação.
Talvez seja mais fácil elencar o que ele não fez ou deixou para a gestão futura, os grandes furos do seu governo, compromissos de campanha, senão vejamos:

Obras da Praça Nova do Congresso (não concluídas)
Obras do Mercado Municipal (não concluída)
Obras do Parque da Cidade (só iniciadas)
Projeto do Lixão (não executado)
Matadouro Municipal (não executado)
Esgotamento Sanitário (não executado)
Tratamento do Canal da Malária (não executada)
Geração de Emprego e Renda (nenhum projeto de desenvolvimento apresentado)

Paramos por aqui para dar condições ao deputado de apresentar como realidade as suas antigas promessas em campanha para o legislativo estadual que seriam transformadas em projetos beneficiando Bonfim, o que não ocorreu. Então para que foi escolhido deputado com tanta inoperância legislativa?
Usar a mídia para atenuar a incapacidade administrativa de tais obras merece, da gestão atual, uma demonstração financeira sobre o custo real dos projetos e os supostos recursos deixados em caixa. Tenta-se imprimir então uma mesma rotulação da gestão anterior com a atual, o que não procede porque hoje os candidatos estão em partidos diferentes e com propostas mais diferentes ainda. No gestor anterior sobressai o método stalinista do "companheiro", ficando ele acima do bem e do mal, bem a seu estilo indecoroso de governar usando a caneta como navalha para não deixar, sequer, um fio de cabelo. O pior ficou para a população que foi mantida sob jugo do seu domínio e subserviência ao PT durante 8 anos. Ao gestor atual, edifica-se a humanização do governo, provavelmente até em excesso, no entanto e opostamente, hoje não se usa da caneta como navalha ainda que o faça o PT nas suas andanças pelas orgãos governamentais do estado.
Cioso da sua responsabilidade o gestor atual promove uma revolução habitacional, dignificando a vida de mais de 1.800 famílias bonfinenses que nunca souberam o que era o prazer de ter sua casa própria. Somente isso aliado ao plano de pavimentação calçamento e esgotamento sanitário, foram suficientes para a criação de novos bairros, ultrapassando os pretensos números apresentados pelo ex- prefeito.
Na saúde, Paulo Machado refaz o caminho antigo do Hospital Regional, reformando-o e equipando-o com mesas cirúrgicas e uma unidade de emergência que perseguirá antigos caminhos traçados nos idos de 1960/70 dando a população bonfinense um equipamento de cura para a saúde da sua população, isto sem contar com o incremento da atenção básica que chegará a 70% de cobertura de saúde para a população municipal. Em mesma escala foram regionalizados os serviços do SAMU, de forma a atender a toda Microrregião do Piemonte Norte do Itapicuru.
No quesito educação não há que se revisar, Bonfim tem hoje escolas e creches que atendem a sua população, estando ai para referendar o título de amigo da criança concedido pela ABRINQ ao atual gestor.
Enfim e para que não canse o leitor, pode-se afirmar que o Engodo foi votar em Carlos Brasileiro para seu representante na Assembleia Legislativa do Estado, na esperança de que Bonfim tivesse um deputado que a defendesse. Para seu desconforto e para referendar os deslizes do PT, o deputado eleito a quem a população bonfinense apostou as suas fichas, conflita com os seus eleitores e busca o caminho estreito da continuidade do poder, ter à sua disposição munição financeira para a continuidade dos seus egocentrismos e desvirtua do caminho a ele confiado pelos eleitores, para com sordidez, esconder-se no biombo de uma carteira de secretario de estado, maculando as suas promessas e matando as esperanças de quem o elegeu. Note-se aí o seu descompromisso com o erário público promovendo festa de ricos para uma secretaria que, diga-se de passagem, era destinada a atenção dos pobres.
Por estas e outras não há como negar, o candidato tem duas faces que motivam aparências gêmeas, mas diferentes. Uma quando candidato e outra quando eleito.
Aos deserdados do deputado resta a alternativa de terem vergonha de ser brasileiro.


ASCOM PAULO MACHADO