terça-feira, 2 de julho de 2013

ADEUS AIDÊ


A mulher que mais frequentou as missas na Paróquia do Senhor do Bonfim e participou praticamente de todos os grupos, movimentos e pastorais nessa Paróquia, acaba de partir para a casa do Pai.


Maria Ilda, carinhosamente conhecida por todos desde crianças, jovens e adultos, por AIDÊ, que faleceu e seu corpo está sendo velado no Memorial Vila Nova.

O sepultamento acontecerá às 15h00min, saindo o féretro do Memorial para o Cemitério São Lázaro, no Alto da Maravilha.

Adeus Aidê, vai com Deus.

VICE-PREFEITO DESCREVE EM CARTA SEU DESCONTENTAMENTO COM O GOVERNO "UMA NOVA REALIDADE"


Excelentíssimo Senhor Edivaldo Martins Correia
Prefeito Municipal

N e s t a

Senhor Prefeito

Conforme conversas pessoais mantidas anteriormente, especialmente a última, ocorrida dias atrás, em que abordei aspectos da feição do Governo Municipal, mostrando que a imagem da nossa Administração Pública que se denominou “UMA NOVA REALIDADE” não está bem perante a opinião pública, oportunidade em que Vossa Excelência discordou, dizendo que a Administração vai bem e que eu provasse o contrário, sugeri que o senhor deixasse o Gabinete e fosse às ruas para sentir o descontentamento popular, ou, de outra forma, que fizesse uma pesquisa qualitativa do Governo, sugestões essas que não encontraram no senhor a disposição necessária para aceitação.

DESABAFO: LEITORA COMENTA MAU FUNCIONAMENTO EM TRANSPORTE COLETIVO EM BONFIM


Caro Netto Maravilha, estou aqui para desabafar, pois tem anos que o transporte coletivo de nossa cidade deixa a desejar na prestação de seus serviços. Ontem, cheguei ao ponto próximo a Clinica do Dr. Paulo Hilarião, às 20h20min e o transporte que está previsto para as 20h40min / 20h45min mais ou menos veio passar somente às 21h15min. E ainda tem mais, já teve algumas vezes que simplesmente o ônibus quebrou, ou deu prioridade à UNEB e nos deixou a ver navios sem pelo menos uma aviso ser colocado, além das vezes que ficamos esperando a troca de ônibus quando o mesmo quebra de 20 a 30 minutos; e esperamos sim, pois não devolvem o dinheiro da passagem, isto é um absurdo.

Creio também que o proprietário da Empresa possa não saber às vezes o que ocorre, pois na data de ontem eu liguei informando o que estava acontecendo e eles pensavam que estava passando normalmente. E ai perderam uns 5 (cinco) passageiros que foram de motos, e eu como compro passe antecipado tive que ficar na espera, além de ter medo de pegar moto.

Quando entrei reclamando no ônibus o pessoal ficou calado, pois já estão acostumados a tal desrespeito que já vem de muito tempo, e necessitamos infelizmente, desse serviço. Teve um período que os táxis quebravam o nosso galho, mais o DMTrans retirou eles de linha, na época achei certo, com medo de não ter mais ônibus no nosso bairro, mais diante do desrespeito que está visível, eu digo que os táxis estão fazendo muita falta.

A Empresa poderia junto aos órgãos competentes ver uma solução caso ocorra estes imprevistos, e tentar sanar o problema para que possamos nos deslocar de uma forma mais digna.

OBS.: Se eu pudesse compraria mesmo era uma VAN e daria carona a todas as pessoas que passam pela mesma necessidade, ter horário para chegar no seu trabalho, médico, ...etc. E olhe que nem falei sobre os idosos viu!!! Que DEUS me dê condições de ter uma boa aposentadoria, para que não necessite ter o PASSE LIVRE (que aqui coloco um novo nome PASSE DESRESPEITO). E será que estas pessoas que os tratam assim, não vão envelhecer heim!!!???

Muito obrigada pela atenção, mais eu estava precisando expor o problema, mesmo sabendo que “ uma andorinha só não faz verão”. Um abraço.

Diana Soraya Cardoso
Moradora desde 1992 no bairro.

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA REALIZARÁ SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO SANTO


O SÃO JOÃO DE SENHOR DO BONFIM E OS PECADOS MORTAIS DO GOVERNO CORREIA


Lembro-me de ter lido, em uma cartilha escolar, que o gato foi convidado pela “amiga” onça a ensinar-lhe os pulos que ele, gato, conhecia como ninguém. Depois de uma longa aula, a onça, muito sabida, deu um pulo para abocanhar o gato, mas este se safou rapidamente e deixou a onça a ver navios. Esta, julgando-se enganada, disse ao gato: “Mas este tipo de pulo você não me ensinou”. O bichano, muito vivo, retrucou: “E eu iria te ensinar o meu pulo? Se tivesse ensinado você me teria comido agora”. Daí, passou para a nossa cultura, a idéia do “pulo do gato”, uma referência a um saber que só a pessoa tem e guarda para si como defesa”. Poderíamos agora, levados pela mesma lógica, abstermo-nos de passar para a assessoria do atual prefeito “o pulo do gato”, fruto de nossa experiência como vice-prefeito e secretário da educação durante oito anos, e como prefeito durante quatro anos. Almejando contudo o melhor para nossa terra, passo agora, em nossa avaliação, os furos que levaram ao último e sofrível São João, para que, quem sabe, caso haja humildade em quem governa, se faça em 2014 o São João que este ano não tivemos. Daí, elencamos aqueles que consideramos os “pecados mortais” da equipe governante:

1. A dispensa de pessoas técnicas, que vinham fazendo o São João havia anos, e sabiam de cor os passos a serem dados, até mesmo na arrumação da grade e desenrolar do palco. Por que não ouvir Edneuton, Ebão, Moreira, Fernando Coelho? Um São João não pode ser entregue a uma equipe toda nova, sem a presença de técnicos experientes;

2. No afã de “fazer diferente”, o governo rejeitou tudo aquilo que vinha sendo feito havia anos e garantia sucesso. Iniciativas que já tinham virado tradição, bastando ao governo atual dar ali o seu toque inovador. A morte do São João nos Bairros, que começava ainda em maio... A morte do forrobodó, que tornava a cidade borbulhante desde o meio-dia... A dificuldade em se fazer a Feira da Agricultura Familiar, trazendo a zona rural para dar o verdadeiro toque típico ao nosso São João... Tudo isto contribuiu ao enfraquecimento da festa;

3. O desconhecimento de que precisamos aproveitar a mobilidade popular, onde o povo está, para ali fazer chegar a festa. O povo já se reunia, naturalmente, no abrigo, em frente às Lojas Maia, na Benjamim Constant até a Praça Nova: artesanato, comida típica, mesas e cadeiras, bares, a praça, e era só levar a música e o palco. Esta foi a grande sacada de Luis Moreira e Fernando Coelho em nosso governo. A coisa deu tão certo, que muita gente não ia nem ao Parque, ficando por ali, e tínhamos de encerrar as atrações cedo para não atrapalhar o Parque da Cidade. Um Palco em uma deserta Praça Nova, outro em uma área comercial deserta atrás dos correios, o isolamento de áreas onde o povo freqüenta, o que era de se esperar? O vazio e o desânimo.

4. O imediatismo das contratações de peso: contratávamos as atrações, com os empresários diretos, já em janeiro/fevereiro. E pagávamos em parcelas, desde fevereiro/março. Quando chegávamos em junho nada mais devíamos às grandes atrações, que estavam garantidas. Querer pagar de vez ou em curto tempo as atrações contratadas é suicídio em uma prefeitura, hoje em dia, onde o dinheiro chega a conta-gotas.

Taí uma parte do pulo do gato. A outra parte? Esta é melhor não ensinar... rs rs.

ASCOM de Paulo Machado.