quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

ARTIGO: ABORTO - A VITÓRIA DOS OPRESSORES CONTRA OS INOCENTES


Com todo o respeito que tenho e sendo cristão sei do compromisso de orar pelas autoridades porque isso é ordem expressa na palavra de Deus, mas tudo aquilo que vai de encontro aos princípios Bíblicos temos que nos posicionar e não aceitar até ao fim que aprovações como estas não devam influenciar a Igreja e dizer que não aceitamos certas determinações que oprimem os indefesos e inocentes.

As pessoas se acostumaram com o pecado ou com os seus erros e o maior problema é porque não trabalhamos com as prevenções o que existe na mídia é a apologia ao sexo, principalmente nas épocas festivas como carnaval e outras festas populares. Sou a favor da camisinha para planejamento familiar não para fazer sexo de forma descompromissada e de forma irresponsável. Isso faz sentido pra quem pensa no casamento como uma instituição criada por Deus para manter a relação do sexo segura, com responsabilidade, respeito e com aliança.

A banalização do sexo é notório as pessoas não se respeitam os dados informam o perigo do sexo antes do casamento os abortos na sua maioria dos casos dizem que 99,9℅ acontecem é por negligência das pessoas incentivadas por desejos sem controle. O aborto não é um problema de saúde pública e sim da perversão e imoralidade das pessoas. O STF está cometendo um grave erro através dos nossos magistrados do Supremo Tribunal Federal eles estão cometendo um desserviço a nação brasileira aprovando a descriminalização do aborto.

O que vai gerar são mulheres depressivas e cheio de sequelas para o resto das suas vidas devido a imprudência e irresponsabilidade. Os governos vão gastar muito mais com saúde pública tendo que cuidar das mulheres que sofrerão aborto com problemas psiquiátricos e psicológicos através da retirada do bebê em formação como forma de se "livrar do problema" sendo agora, principalmente, acobertada pelo Estado.

Por isso vai uma sugestão, a melhor solução é prevenir para que não sejamos os assassinos do amanhã.

Cassiano Guimarães