sexta-feira, 6 de maio de 2016


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POLICIAL: 54ª CIPM CUMPRE MANDADO DE PRISÃO DE SUSPEITO DE HOMICÍDIO EM CAMPO FORMOSO


Por volta das 12h30min dessa quinta-feira (05), em ação articulada com o Setor de Inteligência da 54ª CIPM e uma Guarnição do PETO da Unidade, foi cumprido um mandado de prisão em desfavor do nacional JOÃO PAULO CAVALCANTE DE LIMA, 27 anos, principal suspeito de ter cometido o homicídio ocorrido dia 20 de março do corrente ano atrás do Clube de Campo Juá, em Campo Formoso, contra FÁBIO JUNIOR SILVA DOS SANTOS, 32 anos, residente nas Casas Populares, em Campo Formoso.

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Com o mesmo foi encontrado um revólver calibre 32 com 03 munições intactas, bem como uma porção erva aparentando ser maconha de aproximadamente 300 gramas. O suspeito foi encaminhado a Depol local para ser flagranteado.

Ascom 54ª CIPM

FIM DE SEMANA COM MÚSICA BOA AO VIVO COM JAMERSOM & BEL


Agenda Grupo JB

07/05 sábado - 12h30min.
Entrevista Rainha FM e 21h. China Real

08/05 domingo - Dia das Mães ao meio dia
Restaurante Ô de Casa.

Você é nosso convidado.

ESPORTE: 8° BONFIM OPEN DE JIU-JITSU


Será realizado no próximo dia 15/05/2016 , na cidade de senhor do Bonfim , o 8° Bonfim Open de jiu-jitsu, organizado pelo professor e atleta da equipe Gfteam Bonfim Kombat , o faixa preta Vugner Silva.

Local Núcleo de esperte e lazer
Horário 9 hs da manhã
entrada 1 kg de alimento que será doado a instituições carentes.

"Gostaria de agradecer todos os empresários e empresas que estão apoiando o nosso evento, aproveito para convidar todos os amigos e amantes da arte marcial", Vugner Silva

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INFORMATIVO DA PREFEITURA DE ANDORINHA

No próximo domingo acontecerá a 2ª rodada do Campeonato Andorinhense de Futebol Amador


No próximo domingo, dia 8 de maio, dois jogos irão movimentar o Campeonato Andorinhense 2016. As partidas válidas pela 2º Rodada da competição vão acontecer no campo da localidade de Caldeirão da Vaca.

O primeiro confronto será entre Morro Branco x Riacho Seco, a partir das 14h30. Os times de Salgado e Teixeira se enfrentam a partir das 16h. Oito equipes estão participando da competição que tem recebido um bom público em todos os jogos.

O Campeonato Andorinhense de Futebol Amador, vai distribuir R$ 6 mil reais em prêmios para o campeão, vice – campeão, artilheiro e melhor goleiro da competição.
O evento está sendo realizado pela prefeitura de Andorinha, por meio do Departamento de Esportes.


Prefeitura de Andorinha realiza mais uma reunião de escuta do Território de Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru


Foi Realizado na manhã da ultima terça -feira (03), na Câmara Municipal de Vereadores de Andorinha, uma reunião de escuta local, para tratar das ações do Território de Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru, a qual foi conduzida pela coordenação do Território e NEDET\UNEB.

O objetivo geral da escuta é difundir as ações do colegiado territorial, criando uma rede comunitária, capaz de dinamizar e ampliar o debate das Câmaras temáticas nos municípios que constituem o colegiado territorial, fortalecendo o debate em torno do desenvolvimento territorial; Ampliar e diversificar a participação dos atores sociais municipais no colegiado territorial; Dinamizar e diversificar as pautas das plenárias territoriais em torno do processo de desenvolvimento e Fortalecer as câmaras temáticas do plano territorial de desenvolvimento sustentável, nos setores da educação, esporte, lazer, juventude, infraestrutura, saúde, desenvolvimento rural, mulheres, cultura e comunicação, comunidades tradicionais entre outras.

Estiveram presentes na reunião, secretários da prefeitura, produtores rurais do município, membros representativos de entidades da sociedade civil, e a prefeita em exercício, professora Dourineide Conceição.

“É de grande importância a participação de todos na política territorial, de forma que cada setor apresente ou levante seus problemas e aponte soluções”. Enfatizou o secretário de administração Vailton Leite.


Ascom Andorinha

HOMENAGEM AO PROFESSOR PAULO BATISTA MACHADO

Nesta noite quero falar de alguém de uma inteligência notória, de saberes plurais, um homem cheio de títulos, dada a sua busca pelo conhecimento, contudo, não foi a sua titulação que o fez tão notório e imensamente amado e admirado por todos, mas o seu senso de cuidado, a importância que conferiu ao seu semelhante enquanto esteve nesse plano de vida material.

Este homem seguiu à risca a maiêutica de Sócrates, pois na sua amabilidade, paciência e boa vontade para com o outro conseguiu tirar muita gente do martírio da escrita de artigos, monografias, dissertações, teses e tantos outros textos exigidos na academia. A maiêutica, isto é, o parto das ideias, era uma de suas doces habilidades. Com cuidado, respeito ao ritmo de escrita e de compreensão textual, amparando, auxiliando e encorajando, esse admirável e benevolente homem foi promovendo sujeitos de um nível de conhecimento a outro. Ele era o que se pode chamar, de fato, de um parteiro de ideias.

Embora estivesse nesse patamar de saber, este ser de altíssima deferência não conseguia deixar de enxergar os seus alunos, os seus concidadãos mais simples com um olhar de acolhimento, com envolvimento e amabilidade. Tantos diziam: Quando conversei com Professor Paulo, ele me ajudou a pensar claramente o meu problema de pesquisa e encaminhou-me no texto como ninguém nunca fizera antes. Ele era esse exímio costureiro do texto, pois conhecia como ninguém a arte de costurar ideias, a arte de validar argumentos e retomá-los ao longo da tecitura dos inúmeros textos que escrevia e que ajudava a tanta gente a escrever.

Mestre do conhecimento, mas, acima de tudo, mestre da amabilidade, da palavra branda, da gentileza; aquele para quem ser feliz era mais importante do que ter razão. Como eu admirava o seu dom de desconsiderar a ofensa, de aplaudir e afagar quem lhe ofendia. Por vezes, cheguei a chatear-me com tamanho desprendimento, pois ainda não alcancei a sua grandeza de alma.

Falar de Paulo Machado é lembrar dos conceitos de amorosidade e de dialogicidade, tão apregoados por Paulo Freire, pois segundo esse autor:

“[...] educação é um ato de amor”, sentimento em que homens e mulheres vêem-se como seres inacabados e, portanto, receptivos para aprender, sendo que “não há diálogo [...] se não há um profundo amor ao mundo e aos homens. Não é possível a pronúncia do mundo, que é um ato de criação e recriação, se não há amor que o funda [...] Sendo fundamento do diálogo, o amor é, também, diálogo” (FREIRE, 1987, p. 79-80).

No entanto, não se pode pensar em amorosidade desintegrada do conceito de dialogicidade, pois, para Freire:

“O diálogo é este encontro dos homens, imediatizados pelo mundo, para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu. Esta é a razão por que não é possível o diálogo entre os que querem a pronúncia do mundo e os que não querem; entre os que negam aos demais o direito de dizer a palavra e os que se acham negados deste direito” (Freire, 2005, p. 91).

Muitos a esta altura devem estar se perguntando: Mas, o que esses dois conceitos de Paulo Freire têm a ver com a memória de Paulo Machado? E eu, ousadamente, vos digo, tudo!

Paulo Machado era um homem que enxergou a Educação na sua jornada terrena como este ato de amorosidade para qual o diálogo é algo indispensável. Apesar de toda a sua sabedoria, era um homem aberto ao diálogo e de sensível escuta à razão, ao argumento e ou à necessidade do seu semelhante.

Lembro-me do grandioso zelo que tinha para com a nossa classe docente, fazendo questão de ir pessoalmente às reuniões, ouvindo as reivindicações, acolhendo duras críticas com a complacência própria dos pacifistas, dos democratas dos embaixadores da paz e da concórdia. Quantos foram atendidos, o clamor de muitos foi saciado na gestão, nas andanças, nas travessias de vida deste homem. Feliz daquele que teve sua causa posta em suas mãos, já que Homem de Boa-Vontade era seu verdadeiro nome.

Quando procuramos o significado do nome Paulo, ficamos sabendo que o mesmo significa “pequeno ou de baixa estatura” e, assim era Paulo Machado, um homem que se fazia pequeno, pois aos que se fazem pequenos cabe uma maior parcela do dom de amar.

Somente uma alma muito elevada, ante a tantos conhecimentos e titulações se preocuparia com a ação pedagógica de professoras e professores leigos. Sua Tese de Doutorado é uma das mais acessadas. Esse homem impactou a todos quando dizia que ter professores com formação acadêmica era algo louvável, mas não achava louvável esquecermo-nos de que enquanto não havia professores com formação acadêmica foram os docentes leigos que conduziram as muitas gerações rumo ao conhecimento das letras, da contagem e de uma série de saberes úteis à vida.

A simplicidade dos frutos da terra, o famoso e necessário passeio pela Feira Livre para longas e cálidas conversas com os feirantes, a alegria de cantar e de compor as músicas da terra Bonfim, a necessidade de sentir e tocar o povo nas suas muitas andanças, o conhecimento desde o homem ou a mulher mais simples e reescrita de sua história no contexto bonfinense, e tantas outras atitudes e atividade que envolvem apreço e querer bem lembram esse homem de boa fé. Na feira livre muitos espaços se esvaziam; na Universidade, uma voz se cala; nas festas, um folião por excelência se exime, nas dores do povo, uma mão se encolheu... Ele não está mais aqui!

Chegando neste ponto em que tento escrever memórias e prestar uma singela homenagem, noto o quanto fui pretensioso, pois pareceu-me muito fácil de início falar de Paulo Machado, mas, agora, noto que por mais que eu tente discorrer, sua história de vida é muito rica e complexa para que se resuma em poucas e limitadas palavras. Sendo assim, tentando resumir um pouquinho da essência de Paulo Machado, enquanto escrevia este texto me veio a mente a canção “Amar é isso”, de Mara Maravilha, quando esta nos diz:

Amar é sentir o prazer de cantar nosso hino
Quando o mundo reserva pra gente uma competição
É saber aprender nas palavras que vêm de um menino
Que na sua inocência e pureza sempre tem uma lição
Amar é sentir a leveza das folhas ao vento
É dizer sempre sim, quando tudo responde que não
Como a tela se rende ao pincel, se avida te der um papel
Faça com que ele tenha doçura do mel!

É nesse amor que diz sim em meio às muitas negativas, é nessa lição e pureza em que as coisas simples e o sorriso de criança imperam e dão o tom que todos nós nos lembraremos de você, meu querido e manso professor, pois o papel que a vida te deu tu fizeste com que dele se obtivesse a doçura do mel!!!
Saudades eternas de tanta amabilidade não é favor, é obrigação!

por Professor Edeil Reis

BONFIM: CPT/BA REALIZA AÇÃO DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO


A Comissão Pastoral da Terra Bahia (CPT/BA) promoverá de 9 a 13 de maio, a Semana de Comunicação do Combate ao Trabalho Escravo. A atividade acontece em vários municípios da Bahia. É o segundo ano que a Semana de Comunicação sobre TE acontece. O objetivo é prevenir a cooptação de trabalhadores para serviços degradantes, análogos à escravidão e alertar a sociedade para a questão do trabalho escravo contemporâneo.

“Nós precisamos desmascarar a Lei Áurea. Mostrar que ainda há escravidão sim, no Brasil”, defende Maria Aparecida Silva, agente da CPT/BA da Diocese de Bonfim (BA).

A campanha ganha uma importância maior esse ano, devido ao aumento de casos de trabalho escravo na Bahia e crescimento também das ameaças. Em 2014 foi identificado um único caso, com 11 pessoas envolvidas. Em 2015 aumentou para 4 casos e um total de 372 pessoas envolvidas. Os dados sobre o Trabalho Escravo na Bahia vão na contramão dos dados nacionais, que sofreram uma redução em 2015. Em 2016, já foram registrados casos de Trabalho Escravo no Oeste da Bahia com 6 trabalhadores resgatados.

Outro problema eminente é o Projeto de Lei 3842/12, que foi aprovado, em abril de 2015, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. A proposta define o que é trabalho escravo no Brasil e altera o Código Penal (Decreto-Lei 3.689/41), No Projeto de Lei do ex-deputado Moreira Mendes, a expressão "condição análoga à de escravo, trabalho forçado ou obrigatório" compreenderia o trabalho ou serviço realizado sob ameaça, coação ou violência, com restrição de locomoção e para o qual a pessoa não tenha se oferecido espontaneamente.

As principais críticas ao projeto dizem respeito à atenuação do conceito de trabalho escravo, que pode dificultar a punição de empregadores que descumprem a lei e complica o resgate de trabalhadores em situação de trabalho escravo. A mudança pode, inclusive, levar a uma insegurança jurídica, já que milhares de processos podem tomar um novo rumo. Qualquer mudança, seja no artigo 149, seja em lei específica, será questionada não apenas junto ao STF (Supremo Tribunal Federal), por reduzir a proteção do trabalhador, mas também nas Nações Unidas e na OIT (Organização Internacional do Trabalho).

O Projeto de Lei precisa ainda ser analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Em seguida, será votado no Plenário.

Perfil das vítimas

Desde 1995, quando o governo federal criou o sistema público de combate a esse crime, mais de 45 mil pessoas foram libertadas do trabalho escravo no Brasil. No mundo, a estimativa da OIT é que sejam, pelo menos, 20 milhões de escravos. Não há estimativa confiável do número de escravos no país. Na campo, as principais vítimas são homens, entre 18 e 44 anos; Na zona urbana, há também uma grande quantidade de sul-americanos, principalmente bolivianos. Nos bordéis, há mais mulheres e crianças nessas condições. Dada a grande quantidade de escravos analfabetos, verifica-se que trabalho escravo também é filho do trabalho infantil. O Maranhão é o principal fornecedor de escravos e o Pará é o principal utilizador. As atividades econômicas em que trabalho escravo mais tem sido encontrado na zona rural são: pecuária bovina, desmatamento, produção de carvão para siderurgia, produção de cana-de-açúcar, de grãos, de algodão, de erva-mate, de pinus. Também há importante incidência em oficinas de costura e em canteiros de obras nas cidades. (Fonte: Repórter Brasil)

Atuação da CPT

A Comissão Pastoral da Terra se preocupa há anos com a permanência do trabalho escravo no Brasil. A primeira denúncia conhecida sobre conceito moderno de trabalho escravo é de 1972, realizada por Dom Pedro Casaldáliga, de acordo com o critério divida impagável.

Desde 1997 a CPT realiza a campanha “De olho aberto para não virar escravo”. A atuação da CPT se dá, principalmente, na prevenção, dando informações às populações em situação de risco. Apoiada em material didático (material de sensibilização voltado para os trabalhadores sujeitos a contratação; material de orientação para monitores da Campanha, material de divulgação para opinião pública) especialmente elaborado.

A Campanha tem desdobramentos diferenciados conforme a região envolvida. Desde encontros de sensibilização e primeiras orientações, encontros de capacitação nas regiões de incidência de trabalho escravo até recebimento e encaminhamento de denuncias e acompanhamento dos trabalhadores resgatados - de operações de resgate e das pendências que delas decorrem (ações criminais e trabalhistas, orientação às vítimas, proteção a testemunhas e/ou vítimas).

Além de levar informações e de denunciar casos de trabalho escravo, outra ação realizada é a construção, em conjunto com as comunidades, de possíveis alternativas para que sejam evitadas situações que coloquem os camponeses em situação de trabalho escravo.

Serviço

O quê: Semana de comunicação do Combate ao Trabalho Escravo
Quando: 09 a 13 de maio de 2016
Onde:
• Sub-regional Centro Norte
• Sub-regional Centro Oeste
• Sub-regional Sul/sudoeste

Para mais informações:

Maria Aparecida de Silva – Agente da CPT/BA em Sr. do Bonfim (BA) - Cel: (74) 99111-2196; ( (74) 3541 4681 CPT
Fabiano de Jesus Souza – Agente da CPT/BA em Ibotirama (BA) - Cel: (77) 99962-6223
Ednaldo Gonçalves de Oliveira – Agente da CPT/BA em Rui Barbosa (BA) - Cel.: (75) 99966-3379
Maicon Gonçalves dos Santos – Agente da CPT/BA – Juazeiro (BA) - Cel: (74) 99924 4172.
Maria Santana - Agente da CPT/BA em Vitória da Conquista (BA) - Cel: (77) 98827-4025