quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

ARTIGO: ESPERANÇA RENOVADA

Um dia, não tão longínquo, se ostentara aqui, uma certa pujança, uma expressiva importância. Hoje, notadamente, o que se têm, são meras lembranças. A que se convir haver a extrema necessidade de uma liderança, de um “pulso” mais firme, de “peças” capazes de resgatar o que outrora já se teve e impulsionar a aquiescência de benesses, obviamente, fincadas no curso do progresso. Talvez possa parecer utopia. Mas, não é. Basta ter a coragem de se lançar ao “trabalho”, de despojar as práticas daninhas da politicagem maquiavélica e coronelística, baseada, talvez, no assistencialismo barato ou nas práticas de cabresto. Ora, pois, só se sai do “estagnatismo”, se o protagonista tiver pulso firme, coragem absurda, e, sobretudo, ser um visionário, porém, prudente, baseado e voltado às práticas idealistas, mas com os “pés no chão”. Necessita-se, às claras vistas, da prática do diálogo, de se buscar as convergências, de concretizar o macro. Precisa-se, pois, das parcerias, sejam elas institucionais, empresariais ou setoriais. É certo que, isoladamente, não se chega a lugar algum.


Bonfim é a terra do bom começo,
terra de alegria,
terra que contagia,
terra do bom apreço.

Lugar hospitaleiro,
dum povo sofrido,
não combalido,
sobretudo ordeiro.

Buscou-se um “alguém” de carreira,
de bom preparo.
Um gestor de uno faro,
e a escolha fora certeira,

Aqui se renovou a esperança,
soltando-se rojão e morteiro.
O bonfinense depositou sua confiança
em ti, ó alcaide Brasileiro!

por Marcos Castro